- Eu sei-me.
Dizia ela em tom de desafio, sabendo saber-se.
- Eu sei-te.
Dizia ele crendo, querendo sabê-la.
- Os outros não sabem nada.
Dizia ele. Ela também o sabia.
Essa verdade pertencia-lhes.
- Tu não me sabes!
Parecia-lhe uma afronta aquela pretensão que ele tinha de dizer sabê-la.
Ainda assim, desejava que ele a soubesse… Um pouco, o suficiente.
Dizia ela em tom de desafio, sabendo saber-se.
- Eu sei-te.
Dizia ele crendo, querendo sabê-la.
- Os outros não sabem nada.
Dizia ele. Ela também o sabia.
Essa verdade pertencia-lhes.
- Tu não me sabes!
Parecia-lhe uma afronta aquela pretensão que ele tinha de dizer sabê-la.
Ainda assim, desejava que ele a soubesse… Um pouco, o suficiente.
Talvez um dia venham a saber se alguma vez se souberam.
Entretanto...
Ela continua a brincar com o colar e sorri a pensar na palavra Saber.

4 comentários:
Estou contigo à tanto tempo, e acho que nunca te conheci, disse ele.
Porque me queres conhecer? Não te chega estar comigo?, disse ela.
Porque sinto que é chegada a hora de partir... e se não te conhecer, como poderei levar-te comigo?, disse ele.
Então não partas, peço-te - fica na ignorância junto de mim, disse ela.
li isto tantas vezes quanto as que abri este blog. e mesmo assim, sinto que nao compreendo o sentido. nao sei o sentido:) explain?
Eu não explico sentidos, porque isso não faria sentido =).
Sim, voltei!
voltou voltou mas ainda não escreveu nada! e para quando o recomeço?
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