- Eu sei-me.
Dizia ela em tom de desafio, sabendo saber-se.
- Eu sei-te.
Dizia ele crendo, querendo sabê-la.
- Os outros não sabem nada.
Dizia ele. Ela também o sabia.
Essa verdade pertencia-lhes.
- Tu não me sabes!
Parecia-lhe uma afronta aquela pretensão que ele tinha de dizer sabê-la.
Ainda assim, desejava que ele a soubesse… Um pouco, o suficiente.
Dizia ela em tom de desafio, sabendo saber-se.
- Eu sei-te.
Dizia ele crendo, querendo sabê-la.
- Os outros não sabem nada.
Dizia ele. Ela também o sabia.
Essa verdade pertencia-lhes.
- Tu não me sabes!
Parecia-lhe uma afronta aquela pretensão que ele tinha de dizer sabê-la.
Ainda assim, desejava que ele a soubesse… Um pouco, o suficiente.
Talvez um dia venham a saber se alguma vez se souberam.
Entretanto...
Ela continua a brincar com o colar e sorri a pensar na palavra Saber.




